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Polícia Civil indicia suspeito de matar gato a pauladas em Rondonópolis
Investigações apontam que não era a primeira vez que o suspeito agia dessa forma e que ele pode estar envolvido na morte de outros animais
03/04/2026 15h16
Por: Redação Fonte: Polícia Civil - MT

Um homem investigado como responsável pela morte de gatos na região do bairro Maraia Amélia, em Rondonópolis, foi indiciados por maus-tratos de animais qualificado morte, em investigações conduzidas em inquérito policiai instaurado na Delegacia Especializada de Roubos e Furtos do município, que também é responsável pela investigação de crimes ambientais.

A investigação contra o suspeito, de 40 anos, teve início após o registro de denúncia no dia 13 de fevereiro de 2026, relatando que, na data anterior, o suspeito teria matado um gato a pauladas. Ainda de acordo com a denúncia, não seria a primeira vez que havia relatos de gatos mortos no quintal do suspeito.

Diante das informações recebidas, a equipe de investigadores da Derf iniciou as diligências com o objetivo de verificar a veracidade dos fatos e reunir elementos probatórios para a instauração do inquérito policial. Foram realizadas oitivas de testemunhas, além de coleta e análise de imagens, o que permitiu o avanço das investigações.

Com base no conjunto probatório reunido, o delegado titular da Derf e responsável pelas investigações, Fábio Nahas, concluiu pela materialidade do crime e pela existência de indícios suficientes de autoria, culminando no indiciamento do suspeito pelo crime de maus-tratos a animais com resultado morte.

O procedimento foi devidamente relatado e encaminhado ao Ministério Público para as providências legais cabíveis.

Conforme a legislação vigente, o crime de maus-tratos contra cães e gatos prevê pena de reclusão de 2 a 5 anos, podendo ser aumentada de um sexto a um terço quando a conduta resulta na morte do animal.

“A atuação da Polícia Civil reforça o compromisso institucional com a apuração rigorosa de crimes, inclusive aqueles que envolvem maus-tratos a animais, evidenciando a importância do trabalho investigativo técnico e qualificado na responsabilização dos autores e na proteção da sociedade e do meio ambiente”, destacou o delegado Fábio Nahas.